O preço médio do aluguel residencial subiu 0,65% em janeiro, praticamente repetindo o desempenho de dezembro (+0,68%), segundo o Índice FipeZap. O resultado foi superior à inflação ao consumidor do período, de 0,33% pelo IPCA, e também mais intenso do que IGP-M (+0,41%), geralmente usado no reajuste dos contratos vigentes de aluguel.
Os dados do mercado de locação residencial de janeiro mostram um desempenho mais forte do que o de venda, cujo preço médio avançou 0,20% no primeiro mês de 2026, o resultado mensal mais fraco desde março de 2021. Nos últimos 12 meses até janeiro, também permanece a vantagem para o aluguel, com alta de 9,10% versus 6,12%.
O aluguel de imóveis de quatro ou mais dormitórios teve a maior variação no valor do aluguel em janeiro, com alta de 1,29%, enquanto as unidades de apenas um dormitório mostraram avanço de 0,41%.
Em 14 capitais, o preço do aluguel residencial subiu mais ou empatou com a média nacional em janeiro. Foram elas:
Na via oposta, em três capitais os preços de locação recuaram no início de 2026:
Com a alta de janeiro, o preço médio de locação residencial ficou em R$ 51,40/m², variando entre R$ 44,12/m² para unidades de três dormitórios e R$ 68,53/m² para os imóveis com um dormitório.
As 10 capitais com maior de aluguel residencial são:
O retorno médio do aluguel residencial foi de 5,99% ao ano em janeiro, abaixo da rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. A vantagem financeira é maior nos imóveis de um dormitório (6,67% ao ano) e menor nas unidades com quatro ou mais dormitórios (4,90% ao ano).
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